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Renault Sandero e Logan ‘morrem’ em dois anos e substitutos serão carros globais | Mercado

Em seguida 14 anos no Brasil, os Renault Sandero e Logan estão perto de se despedirem do Brasil. A dupla de compactos que revolucionou porquê vendas da montadora por cá deve trespassar de linha até o final de 2023 para dar lugar a SUVs e veículos mais rentáveis. É o que deu a entendre Luca de Meo, CEO global da Renault em visitante ao Brasil. “Os carros vão seguir seus ciclos de vida, acredito que eles tenham mais um par de anos”, disse o executivo em coletiva na fábrica da marca francesa em São José dos Pinhais (PR).

A estratégia de longo prazo da Renault deixará de ser fundamentado em volume de vendas e passará ao maior valor associado de seus carros. De Meo ainda afirmou que o Brasil terá “carros globais”, incluindo híbridos e híbridos plug-in. O CEO confirmou a chegada do Kwid elétrico, fundamentado no chinês City K-ZE, que é vendido na Europa com o nome da Dacia Spring.

Mesmo que os Renault foram renovados na Europa – onde são vendidos pela Dacia – suas atualizações não chegarão por cá. Portanto, com a saída praticamente confirmada do nosso mercado, enumera cinco motivos que explicam o porquê do Sandero, Logan e Stepway pararem de ser fabricados no Brasil.

1) Mudança no projecto de negócios

Renault Sandero se renovou em 2019, mas deixou de lado itens de segurança porquê controle eletrônico de tração e segurança – Foto: Divulgação

A teoria que parece controversa é a aposta da Renault: investir em carros maiores e com maior teor tecnológico e com maior valor associado – porquê SUVs e picapes, por exemplo – garantia maior rentabilidade para um operário, de modo que não é necessário produzir um grande volume de veículos para obter lucro.

No início do ano, De Meo também afirmou em entrevista que a Renault passará por uma determinada no Brasil, que envolverá cortes de turnos e de empregos, muito porquê o redirecionamento dos investimentos para produtos mais rentáveis, porquê a novidade geração do Duster e o Dacia Bigster.

Luca De Meo, CEO da Renault, em visitante ao Brasil, na última sexta-feira (12) – Foto: Divulgação

Para isso, operário de São José dos Pinhais (PR), transfixar mão da procura pelos 10% de markethare no mercado. Logo, pretende permanecer com uma fatia de 5% ou 6% das vendas de automóveis e comerciais leves. Essa estratégia foi enfatizada pelo CEO na última quinta-feira (11), durante sua passagem pelo Brasil.

2) Queda nas vendas nos últimos anos

Em seu melhor ano de mercado, em 2014, o Logan emplacou mais de 46 milénio unidades – Foto: Divulgação

Comercializados desde 2007 no Brasil, o Sandero e o Logan já viveram períodos mais prósperos. Atualmente, enfrentar uma baixa procura no mercado aliada somada à falta de semicondutores nas fábricas. Isso resultou nas 11.088 unidades emplacadas do promanação e nas 7.953 unidades vendidas do sedã até outubro deste ano.

Em 2019, ano pré-pandemia, os números foram melhores (50.303 Sandero vendidos e 27.003 Logan emplacados). Mesmo assim, não chegam perto do sucesso que já tiveram na primeira metade da dez de 2010, quando o Sandero chegou a vender 102.514 unidades (em 2013) e mais de 46 milénio Logan foram licenciados (em 2014).

3) Um fenômeno chamado SUV

Com o aumento da procura por SUVs, hoje o Duster é o Renault mais vendido do Brasil – Foto: Divulgação

Um dos motivos que explica a baixa procura pelos modelos da Renault é o desinteresse em incubadoras e sedãs compactos. Nos últimos anos, a preferência do consumidor passou a ser por SUVs e crossovers.

Hoje, esse segmento representa 42% de todos os automóveis vendidos no mercado. Em contrapartida, a participação de incubação de ingresso fica em 36%, e de sedãs compactos, em 13% – ainda é metade do mercado, mas existe outra explicação (próximo tópico) para que os Renault perdessem apelo.

Na estação “de ouro” do Sandero e do Logan, o cenário era praticamente o oposto: os hatches de ingresso detinham 50% do mercado e os sedãs pequenos tinham participação de 17%.

Sandero foi lançado no Brasil em 2007 porquê um sucessor do Clio, um projeto defasado para a estação – Foto: Divulgação

Fruto do projeto da Dacia, uma dupla nasceu com a proposta de serem carros de ingresso: equipados com motores econômicos e oferecendo pouquíssimas tecnologias embarcadas. Essa premissa, mas, acompanhou ambos os modelos durante as duas gerações no Brasil – a última lançada em 2014 – e os preparados aquém da concorrência.

Nesse meio tempo, rivais porquê o Chevrolet Onix e o Hyundai HB20, ganharam novas gerações com importantes atualizações mecânicas e adições na lista de equipamentos. Eles ganharam motores turbo mais potentes e econômicos, além de uma série de itens de segurança e assistência ao motorista, porquê assistente de ponto cego, câmera de ré, seis airbags e sistema de frenagem de emergência.

O Renault Sandero S Edition foi lançado neste mês de novembro e traz características visuais da versão esportiva RS 2.0 – Foto: Divulgação

UMA última renovação importante na gama do sedã e hatch (incluindo uma versão esportiva Stepway) ocorreu em 2019, com algumas mudanças visuais, o tão esperado câmbio CVT (que já foi emérito, inclusive), novas DRLs em LED e uma multimídia mediano de 7 “com espelhamento via Apple CarPlay e Android Auto.

Porém, eles não exploram do controle eletrônico de tração e segurança ou do assistente de partida em rampas. O primeiro item se tornará obrigatório a partir de 2024, conforme solução 799 do Contran. Dessa forma, é provável que os Renault se mantenham em linha até, no sumo, dezembro de 2023.

5) Compactos (a esbraseamento) da Dacia estão cancelados para o Brasil

Dacia Sandero, Stepway e Logan foram comandados na Europa no final de 2020 – Foto: Divulgação

Há dois anos, noticiamos que o Duster, Sandero e Logan pode ser os últimos carros da Dacia, subsidiária romena da Confederação Renault-Nissan, vendida no Brasil. Na estação, a Renault procurava apostar em veículos com um visual próprio.

A montadora francesa mudou, parcialmente, de teoria. De indumentária, ela cancelou as novas gerações do Dacia Sandero, Logan e Stepway, revelados em 2020, para o Brasil. Todavia, ela trará produtos da montadora romena para o nosso mercado. O primeiro, e já confirmado, será o Dacia Spring, o Kwid elétrico, que será apresentado no início do ano que vem.

Futuramente, devemos receber o protótipo de fruto do concepção Bigster. Ele pode ser um SUV médio para concorrer com o Jeep Compass e a companhia, ou poderá se tornar a próxima geração do Duster.

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